April 01

Relações entre o perfil psicomotor e pré-competências escolares, em crianças do ensino pré

EDIÇÃO Nº49 | ABRIL - MAIO - JUNHO | 2020

RESUMO

Neste trabalho pretende-se estudar as relações existentes entre os factores psicomotores e algumas pré-aptidões escolares em crianças que frequentam pelo último ano o ensino pré-escolar.

Partindo de uma amostra de 37 crianças com idades compreendidas entre os 54 e os 64 meses de idade de ambos os géneros, pertencendo 54% ao sexo masculino (n=20) e 46% (n=17) ao sexo feminino. Aplicou-se a prova Pré-escolar para avaliar 8 aptidões pré-escolares. Com base nos resultados globais, os participantes, foram distribuídos em 3 grupos. De seguida foi aplicada a bateria de observação psicomotora de Fonseca para avaliar 7 factores psicomotores.

Os resultados demonstram, para esta amostra, existir diferenças estatisticamente significativas entre os grupos, em relação ao perfil psicomotor e existir uma boa relação positiva entre as duas variáveis estudadas.

 

Relações entre o perfil psicomotor e pré-competências escolares, em crianças do ensino pré-escolar

De Paulo Sérgio Narciso Parracho

January 01

Mulheres

EDIÇÃO Nº48 | JANEIRO - FEVEREIRO - MARÇO | 2019

BREVE EXCERTO

 

“Muito antes dos estudos e descobertas da Genômica e das Neurociências, a complexidade e abrangência do mundo feminino intrigava muitos homens, tendo o próprio Freud falecido sem avançar nas profundezas da alma feminina, como gostaria de tê-lo feito... Foram os estudos mais recentes da Genética que trouxeram mais informações sobre a riqueza e os mistérios da alma feminina. A partir do DNAmt (DNA mitocondrial) dos seus óvulos e a composição e estruturação do seus cromossomos sexuais (XX para as mulheres e XY para os homens), que a Genômica pôde quantificar quantos pares de bases (pb)* elas possuíam a mais do que os homens, na bendita perninha do X que as que difenciam. O “X” da questão estava exatamente na sua morfogênese molecular e mais de 100 milhões de pb as distanciavam de nós, o que lhes proporcionam uma supremacia de milhões de bits de informação... Uma parte do mistério das suas mentes privilegiadas parecia justificável, mas havia outras informações – não exclusivas da sexualidade – que careciam de melhores entendimentos e explicações e essas informações passavam pelos órgãos dos sentidos, particularmente a Visão. Os estudos e avanços das Neurociências trariam luz (literalmente falando dos fótons) a esse túnel do tempo, com as descobertas de Penfield** e seu homúnculo, bem como a compreensão das relações e interações dos mapas somatotópicos e visuotópicos e da sua fantástica plasticidade neuronal (somatotópica e cortical).“

 

Mulheres

De Remark Vale

January 01

Seja mais do que diz que é

EDIÇÃO Nº48 | JANEIRO - FEVEREIRO - MARÇO | 2019

BREVE EXCERTO

 

“Uma tendência que, actualmente e cada vez mais, aparece como algo verdadeiramente urgente de se transformar é a necessidade das instituições, dos políticos (?) e das pessoas falarem menos e em fazerem mais. E porque é que isso é impactante para a nossa saúde? Precisamente, porque dá saúde! E promove menos desordem, menos desequilíbrio, ou seja, menos doença. Em vez de dizermos que vamos fazer as coisas, anunciando-as, porque não antes fazê-las, mesmo? Passar à acção, encontrando formas cada vez mais efectivas e eficazes de demonstrar de facto os valores ou as intenções ou as vontades do que pretende passar.

Falar menos, pensar mais e fazer mais ainda. Já percebeu a ideia, certo? Por exemplo, ao invés de se queixar da falta de oportunidades na vida, procure-as melhor ou crie-as para si. Nós só vemos aquilo que queremos ver. E em vez de dirigir sempre o seu olhar para as pedras, experimente tentar buscar diamantes. Diga lá se nunca os encontrou? Em vez de ficar enfurecido com os exemplos deploráveis de uma parte da realidade que nos é mostrada, experimente colocar essa energia de agressividade na construção ou na mera sugestão de algo melhor?“

 

Seja mais do que diz que é

De Sara Ferreira

January 01

Pensar sempre no pior? Ou lidar com a frustração?

EDIÇÃO Nº48 | JANEIRO - FEVEREIRO - MARÇO | 2019

BREVE EXCERTO

 

“Já ouvi inúmeras pessoas a dizerem que preferem pensar no pior, para caso ele (o pior) aconteça, já não se magoarem tanto. Tendo receio em pensar no que seria melhor, porque depois é mais difícil lidar com a frustração. Mas será efectivamente bom para nós pensarmos e estarmos à espera do pior na maioria das circunstâncias, sem podermos imaginar e criar algumas expectativas de como seria bom se isso acontecesse? Será realmente melhor não lidar com a frustração de não ter conseguido?

Creio que existem aqui diversos aspectos importantes a serem tidos em conta: que o poder das expectativas, da visualização, da motivação intrínseca, da crença de se conseguir, vai influenciar a concretização e que se pode aprender a lidar com a frustração.

Existem inúmeros estudos que apontam que o poder da crença tem um grande peso na conquista que se pretende (terminar uma maratona, passar a um exame, ser selecionado, ser correspondido numa relação amorosa...), se nós imaginarmos que vai acontecer, se acreditarmos que não há razão de não acontecer, a nossa atitude e a nossa postura na situação vai influenciar no momento, e de forma mais confiante é mais provável que se consiga concretizar o que se pretende. No sentido contrário, se eu já entrar a acreditar que não vou ser capaz (no sentido de ser preferível acreditar nisso para não sair frustrado), aumento as minhas possibilidades de não conseguir.“

 

Pensar sempre no pior? Ou lidar com a frustração?

De Joana de São João Rodrigues

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