October 24

A Disposição Depressiva

EDIÇÃO Nº25 | JUNHO - JULHO | 2015

BREVE EXCERTO

”A disposição depressiva pressupõe uma condição ou condições facilitadoras ou desencadeadoras da depressão.

Vimos, quando do estudo da patologia e patogenia da depressão, que tais estados e condições estão intimamente ligados à origem, estrutura e caminhada de cada ser e das relações que ele traz da sua singamia e estabelece na sua vivencialidade. Dissemos ainda que ela pode se revestir num estado passageiro ou transitório de humor orgânico, como reflexo da própria homeostase e catexia internas; flutuar de acordo com as relações intersubjetivas ou objetais ou mesmo fantasiosas;

 com as frustrações de ideais e, ainda, apresentar-se como traço marcante de caráter ou personalidade e que, qualquer que seja a sua forma ou manifestação, ela estará sempre relacionada com a origem, estrutura orgânica e relações desse ser consigo próprio e com as relações e vicissitudes da sua existencialidade.”

 A Disposição Depressiva

de Remark Vale

 

October 24

Psicanálise Relacional Contemporânea - da heresia à reformulação da Psicanálise

EDIÇÃO Nº24 | ABRIL - MAIO | 2015

RESUMO

O presente a rtigo efectua uma breve análise panorâmica sobre o movimento da Psicanálise Relacional Contemporânea, destacando as suas origens, principais premissas, investigadores de referência e enquanto questionamento crítico com vista ao aperfeiçoamento e superação de modelos e conceitos psicanalíticos obsoletos.

 PALAVRAS-CHAVE:

psicanálise relacional contemporânea, psicanálise clássica freudiana, 

relação analista-paciente, intersubjectividade, evolução científica. 

Psicanálise Relacional Contemporânea - da heresia à reformulação da Psicanálise

de João Balrôa

October 24

Porque se Mantêm os Tetos de Vidro?

EDIÇÃO Nº23 | FEVEREIRO - MARÇO | 2015

BREVE EXCERTO

”Numa época em que tanto se tem alcançado ao nível das igualdades de oportunidades de género e tanto têm sido as condições legais e legisladoras que propõem a sua promoção, é curioso verificar as diferenças que ainda colocam às mulheres em posições de maior fragilidade, no que se refere às questões de carreira (Comissão Europeia, 2013; Declaração de Pequim, 1995). Este artigo pretende estimular a reflexão em torno da atual resistência dos estereótipos de género em contexto académico e profissional. Com efeito, analisa-se informação estatística acerca da participação das mulheres na vida académica e profissional, a nível nacional e internacional. De seguida, analisam-se as falsas diferenças nos traços e competências entre homens e mulheres, por vezes usadas como justificativas da ausência de mulheres em áreas de topo. E, finalmente discutem-se os estereótipos de género presentes nas trajetórias de carreira. Conclui-se com a apresentação de implicações para o desenvolvimento de intervenções que favoreçam a presença feminina como um fator diferencial de competitividade e desenvolvimento social e económico do país.”

 Porque se Mantêm os Tetos de Vidro? Reflexão em torno dos estereótipos de género em contexto académico e profissional

de Liliana Faria & Joana Carneiro Pinto

October 24

Confiança E Gestão: Uma Parceria Para O Sucesso das Organizações

EDIÇÃO Nº23 | FEVEREIRO - MARÇO |2015

BREVE EXCERTO

”O estudo da confiança, enquanto termo empregue diariamente por todos nós, tornou-se matéria de análise com grande importância para as Ciências Sociais, não só a partir das relações interpessoais como também nas estruturas organizacionais ou, ainda, a um nível mais amplo, o da vida social como um todo. Desde tenra idade que qualquer indivíduo aprende (ou não) a confiar em si mesmo, nas pessoas que o rodeiam, nas outras menos próximas e nas instituições. Por outras palavras, a confiança começa a construir-se a partir das relações interpessoais, tornando-se assim um dos mecanismos de estabilidade (ou não) social. Ela é um pré-requisito da e para a ordem social dado que regula as decepções que os diferentes sistemas sociais implicam sobre a dialéctica sujeito-social do quotidiano dos indivíduos. Esta importância cresce face ao mundo actual e complexo em que vivemos, o da chamada pós-modernidade. Um mundo em permanente turbulência, de grande incerteza, de ligações efémeras, onde proliferam os problemas e a violência social, em que as constantes crises geram a desconfiança, a ansiedade, a angústia de um futuro inseguro e assustador.”

 Confiança E Gestão: Uma Parceria Para O Sucesso das Organizações

de Carlos Barracho

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