July 01

Violência, vírus e onde estes se encontram?

EDIÇÃO Nº50 | JULHO - AGOSTO - SETEMBRO | 2020

BREVE EXCERTO

“A violência doméstica, um problema bem real que ninguém pode ficar indiferente...hoje uma, amanhã duas... passados meses podem ser dezenas!

 Nos últimos anos a comunicação social, o Estado e a sociedade em geral têm-se debruçado sobre a violência doméstica, com mais campanhas de publicidade no sentido preventivo e houve de facto uma maior sensibilização por parte da sociedade e dos legisladores que com as suas acções diminuíram um pouco o aumento de mortes em caso de violência doméstica.

Foi um caminho longo que durou anos, apesar deste ter sido tortuoso, conseguimos que o Estado aprovasse a lei e considerasse a violência doméstica um crime público, ou seja para além da própria vítima de violência doméstica ,qualquer cidadão que tivesse conhecimento de um caso de violência doméstica podia denunciar de forma imediata e com ela se iniciava um processo criminal.“

 

Violência, vírus e onde estes se encontram?

De Maria Teresa Preto

July 01

Psicoterapia em tempos de pandemia covid-19

EDIÇÃO Nº50 | JULHO - AGOSTO - SETEMBRO | 2020

BREVE EXCERTO

“A psicoterapia é um processo mediado por um profissional especializado, que tem como objectivo crucial, alcançar “mudanças” de modo a aumentar o bem-estar e equilíbrio psicológico. É um meio que pode favorecer a capacidade da pessoa que a procura para gerir com autonomia e eficiência os desafios que a vida lhe coloca.

Nesta linha de raciocínio, podemos definir a psicoterapia individual como o tratamento através de métodos psicológicos de problemas de natureza emocional, donde uma pessoa (o paciente) estabelece deliberadamente uma “relação profissional” com outra pessoa (o terapeuta) que o ajudará a “remover” e “modificar” sintomas de mal-estar existentes, prevenir alguns outros, integrar comportamentos e promover o crescimento.

 Sabemos que a situação atípica imposta pela pandemia covid-19 tem gerado ansiedade, stress, medo e pode ainda ter agudizado algumas situações clínicas pré-existentes. Este é sem dúvida um momento de maior vulnerabilidade, e por isso, precisamos de estar mais atentos a nós próprios para ser possível apaziguar os nossos medos, controlar a ansiedade e diminuir o stress para tentar alcançar alguma serenidade. Neste sentido, urge lembrar que o processo de psicoterapia, entre outras coisas, facilitará a expressão dos sentimentos, uma vez que estes, normalmente, não se expressam de um modo directo, aparecendo em forma de símbolos através dos comportamentos, que serão compreendidos, traduzidos, integrados e se necessário modificados.“

 

Psicoterapia em tempos de pandemia covid-19

De Tânia da Cunha

July 01

Como gerir a sobrecarga emocional!

EDIÇÃO Nº50 | JULHO - AGOSTO - SETEMBRO | 2020

BREVE EXCERTO

“Emoções como a tristeza, depressão e ansiedade são universalmente conhecidas por todos os seres humanos e respostas normais perante determinadas circunstâncias de vida.

Porém, quando as exigências do meio se tornam demasiado intensas e prolongadas no tempo e se assiste a um acumular de tensões internas, poderá experienciar-se uma saturação emocional com maior duração e a persistência dos sintomas, comprometendo a funcionalidade do indivíduo.

Nestas situações, é comum a ocorrência de pensamentos negativos mais frequentes relacionados com medo, falta de esperança e ameaça que condicionam a interpretação da realidade e que poderão levar ao aparecimento de sintomas com uma expressão física e psicológica mais penosa e desconfortável.

Quando o indivíduo de sente sobrecarregado emocionalmente, poderá ter uma reação desproporcional a situações banais no dia-a-dia, bem como uma menor tolerância e maior irritabilidade na relação com os outros. É igualmente comum uma maior sugestionabilidade, nomeadamente choro fácil, acessos de zanga e raiva, ansiedade frequente, bem como dificuldade em se concentrar na realização de tarefas, cansaço físico e dificuldades em dormir.“

 

Como gerir a sobrecarga emocional!

De Joana Valério

April 01

Chaves, Chavões e Chavinhas

EDIÇÃO Nº48 | ABRIL - MAIO - JUNHO | 2020

BREVE EXCERTO

“Quem não compreende os erros do passado está condenado a repetilos – diz-se e é verdade. É uma frase-chave: que abre para o estudo da história, sobretudo sobretudo do aprender com a história, quer dizer, com a experiência passada, do próprio e dos outros – quando e se criticamente analisada.

Porém, pode ser usada como frase-chavão: que serve apenas para exibir pseudo-conhecimento e épater le bourgeois, vomitando bolotas perladas e assim escondendo a ignorância e origem suína e encantando os famintos e ingénuos fãs-leitões que engolem as glandes como se fossem pérolas – babando-se.

Papagaio real, quem passa? ‘El Rei que vai à caça’ – responde este, que não sabe falar mas apenas repetir palavras e pouco aprende porque não sabe investigar, vale dizer, interrogar a realidade (nesta historieta, reconhecer quem passou).“

 

Chaves, Chavões e Chavinhas

De António Coimbra de Matos

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