October 22

De que “política” será a psicologia do homem?

EDIÇÃO Nº8 | AGOSTO - SETEMBRO | 2012

BREVES EXCERTOS

“Perante o desafio que me foi posto, de um novo paradigma que está a  surgir, cuja tendência levará ao fim da Psicologia (tal como a conhecemos), com alguma ajuda da nanotecnologia, lembrei-me de uma situação que presenciei em 2007.“

“...Bairrão Ruivo estava deveras entusiasmado com o Mestrado que estava a fazer em Neuropsicologia. E disse-me (recordo-me como se hoje fosse): a Psicologia acabou. O futuro é a Neuropsicologia...“

“...já outro grande mestre, Orlindo Gouveia Pereira se referia ao impasse da Psicologia Social, que nada de novo tinha, entretanto trazido...“

“...Que seria do mito se Adão e Eva disputassem uma laranja em vez de uma maçã? Ou uma nêspera? Ou se a repartissem em dois pedaços? Teriam saído do “paraíso”? Ficaria o “pecado original” anulado? E se Caím não tivesse morto Abel? (Génesis, 4:1). Se tivessem colaborado um com o outro? Qual seria a estória inventada? Ou reinventada? Teríamos hoje homicidas? Seria a humanidade uma maravilha?...“

 De que “política”  será a psicologia do homem?

de Carlos Barracho

 

 

 

October 22

Bater na Almofada

EDIÇÃO Nº8 | AGOSTO - SETEMBRO | 2012

BREVES EXCERTOS

”Os comentadores a quem as televisões passaram a subcontratar o trabalho dos jornalistas dizem que as manifestações não servem para nada. Miguel Sousa Tavares disse que a manifestação queaconteceu durante a última greve geral, “não vai resolver nenhum dos problemas nem é alternativa.” o Avante disse o contrário, “é um facto incontestável que o êxito alcançado pelos trabalhadores não cabe nos esquemas de análise desses comentadores. Para eles, a situação ideal seria que as massas trabalhadores seguissem à risca as suas análises... ou seja, que desistissem de lutar”.”

”Ou pelo menos ninguém tem a razão toda porque ninguém falou do efeito mais poderoso e mais perigoso das manifestações. Ir a uma manifestação é como bater na almofada. 

A Inglaterra precisou de impor medidas difíceis e exigir muito dos seus cidadãos durante a Segunda Guerra Mundial. Nessa altura as pessoas reuniam-se em “clubes da rezinga.” Nesses sítios as pessoas queixavam-se, diziam mal da guerra, mal do governo, mal do país. Depois de deitar todas as suas frustrações cá para fora estavam prontos para continuar tudo o que o governo decidiu que era preciso para sair da crise causada pela guerra.”

 Bater na Almofada

de João Vieira da Cunha

October 22

Carreira e Esperança

EDIÇÃO Nº7 | JUNHO - JULHO | 2012

BREVE EXCERTO

”Quer em Portugal, quer noutras partes do mundo, a sociedade e as organizações foram, e continuam a ser, alvo de uma multiplicidade de transformações, tais como, a globalização das economias, a competição global, e as evoluções científicas, técnicas, e tecnológicas (e.g., Blustein, 2006; Esbroeck, 2008; Karoly & Panis, 2004). Contudo, nos dias de hoje, essas mudanças acontecem muito mais rapidamente do que no passado, e em contextos de maior turbulência, incerteza e imprevisibilidade. 

 A compreensão destas modificações, e particularmente do seu impacto, nas novas ligações e dinâmicas entre traba-lhadores e organizações, torna-se deveras essencial para qualquer profissional que deseje intervir neste âmbito. A ideia de aconselhar e ajudar os indivíduos a responderem de modo positivo, adaptativo e flexível à turbulência, incerteza e imprevisibilidade propiciada pelas transformações recentes no contexto da carreira, justifica a importância de infundir no campo do aconselhamento vocacional, os conhecimentos produzidos no domínio da esperança (Paixão, 2012).”

 Carreira e Esperança

de Liliana da Costa Faria

October 22

A problemática da Obesidade

EDIÇÃO Nº7 | JUNHO - JULHO | 2012

BREVES EXCERTOS

”Para a maioria das pessoas o termo obesidade significa estar “acima do peso ideal” ou ter excesso de peso. Contudo a obesidade mais especificamente refere- -se a uma doença que se caracteriza por um excesso de gordura corporal.”

”De um modo geral há uma tendência para apresentar os excessos alimentares como principal factor responsável pela obesidade. Contudo apesar de estreitamente relacionada com esta doença, a alimentação per se não é o único factor responsável. Se assim fosse, bastaria uma redução ou um controlo alimentar e as pessoas emagreceriam, solucionando o problema. 

Infelizmente isto não acontece na maioria dos casos. Existem, sem dúvida, outros factores, como os genéticos, ambientais (estilo de vida), sociais e psicológicos, que estão igualmente na base deste problema.”

”Independente do tratamento proposto, a reeducação alimentar é fundamental, uma vez que, através dela, reduzimos a ingestão calórica total e favorecemos a perda de peso. Assim sendo a orientação dietética é imprescindível. 

Muitas vezes a palavra dieta tem uma conotação negativa e é associada a sentimentos de fome e de privação. Este é o primeiro preconceito que tem que ser ultrapassado!”

 A problemática da Obesidade

de Mariana Abecasis 

 

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