October 01

Concessão da Nacionalidade a Descendentes de Judeus Safarditas Portuguesas

EDIÇÃO Nº42 | JULHO - AGOSTO - SETEMBRO | 2018

 BREVE EXCERTO

“Em Abril de 2013, foi aprovada pelo parlamento uma alteração à Lei da Nacionalidade, que previa a concessão da nacionalidade por naturalização aos descendentes de judeus sefarditas portugueses e, em Julho do mesmo ano, foi publicada a lei que deveria ter sido regulamentada num prazo de 90 dias. Contudo, só no final de agosto de 2014 o Ministério da Justiça apresentou às comunidades israelitas de Lisboa e do Porto um projecto de decreto-lei para a regulamentação. O Governo português aprovou o decreto-lei que regulamentou a concessão da nacionalidade portuguesa, por naturalização, a descendentes de judeus sefarditas em Janeiro de 2015.  

O decreto-lei foi promulgado pelo então Presidente Aníbal Cavaco Silva e publicado em Diário da República no final de Fevereiro de 2015, entrando em vigor a 1 de Março do mesmo ano. A lei estabelece, que os candidatos, apresentem um certificado emitido pela Comunidades Israelitas do Porto ou Lisboa, acompanhado da respectiva árvore genealógica do requerente, com indicação das datas e locais de nascimento, óbito e casamento dos ascendentes.“

 Concessão da Nacionalidade a Descendentes de Judeus Safarditas Portuguesas

de Paulo Lopes Cardoso

October 01

Tempo, Mente e Encéfalo

REVISTA Nº42 | JULHO - AGOSTO - SETEMBRO | 2018

RESUMO

Acreditamos que desde a chega da Humanidade ao palco do planeta Terra que, de uma forma ou de outra, as questões da mente, cérebro e mente sempre preocuparam os inquilinos destes 510 100 000 km², mesmo que de uma fora primitiva (à luz dos conhecimentos actuais, claro). Já agora, partilho convosco o facto do termo “primitivo” nos parecer temporalmente, egocêntrico e narcísico, e, portanto, desajustado porque a daqui a 3500 anos também tudo o que há hoje será, porventura e se o planeta resistir às múltiplas tentativas de destruição que se plasmam todos os dias perante os nossos olhos, também primitivo.

Nesta nossa reflexão, tentaremos abordar de forma não conclusiva as interações das componentes da tríade (que desejamos em forma de triângulo equilátero) “tempo, mente e cérebro”, porque o contrário sofreria de ingenuidade científico-filosófica, já que há ainda muito, mas muito, terreno (irregular e misterioso) para palmilhar até que se possam “visualizar” dados que permitam um esboço de um modelo aceitável, apenas aceitável. Humildade, muita humildade, e grandes doses de resiliência, e perseverança.

 Tempo, Mente e Encéfalo

de Manuel Domingues

October 01

Caos, Movimento e Criação

EDIÇÃO Nº42 | JULHO - AGOSTO - SETEMBRO | 2018

 RESUMO

O autor apresenta uma articulação dos principais conceitos da Teoria Geral dos Sistemas, em particular dos sistemas complexos, sua imprevisibilidade e capacidade de gerar organização. 

Propõe uma abordagem da vida, do funcionamento dos grupos e do indivíduo sob a matriz desses modelos, entrecruzando-os com uma forma psicanalítica de lhes dar sentido, procurando contribuir para a expansão do campo da psicanálise 

Palavras Chave: Caos; Atractor-Central; Turbulência; Termodinâmica; Sistemas; Fractal; Organização; Vida; Finalidade e Sentido. 

ABSTRACT 

The author presents an articulation of the main concepts of the General System Theory, in particular of complex systems, their unpredictability and capacity to generate organization. He proposes an approach to life, the functioning of groups and the individual under the matrix of these models, intersecting them with a psychoanalytic way of giving them meaning, seeking to contribute to the expansion of the field of psychoanalysis 

Key-Words: Chaos; Central-Atractor; Turbulence; Thermodynamics; Systems; Fractal; Organization; Life; Goal and Sense. 

Caos, Movimento e Criação

de Vítor Moreira

October 01

Perigosamente criativo? - A inovação e a criatividade na enclave entre a narrativa

EDIÇÃO Nº42 | JULHO - AGOSTO - SETEMBRO | 2018

 RESUMO

Ou seja, a grande maioria acha que as organizações às quais pertencem os seus serviços não são inovadoras, mas os seus serviços são mais inovadores que a própria organização. O último caso analisou o perfil dos profissionais para a função de Recursos Humanos (RH), procurado pelas empresas Portuguesas, em paralelo com existência do equilíbrio entre a formação vigente no ensino superior, tendo em conta a orientação para o talento. Neste setor, como conclusões a reter: i) academia e necessidades reais das organizações estão em equilíbrio, -  nem a gestão de talento está enraizada na academia, nem o mercado para a função de RH procura muito os gestores de talento; ii) o mercado português procura um profissional de RH com experiência na função e com um perfil onde as competências técnicas são as mais valorizadas. Por fim, discute-se o balanço do estado da inovação e criatividade, tendo por base estas evidências empíricas, tentando-se desconstruir os desafios de se ser criativo.

Perigosamente criativo? - A inovação e a criatividade na enclave entre a narrativa idealista e a concretização das práticas

de Margarida Piteira 

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