October 24

O Assédio Moral Em Contexto Laboral

EDIÇÃO Nº26 | AGOSTO - SETEMBRO | 2015

BREVE EXCERTO

”É cada vez mais comum pessoas procurarem ajuda psicoterapêutica para temas ligados ao trabalho. De acordo com um estudo de 2013 da Agência Europeia para a Saúde e Segurança no trabalho, Portugal é o terceiro país da Europa em termos de pessoas que referem ter stresse ligado ao trabalho de forma frequente (28%), sendo quase o dobro da média europeia (16%).

Falar de assédio laboral é falar de um clima de pressão, culpabilização, humilhação e desumanização nas organizações. E a insegurança laboral que se vive nos dias de hoje parece assim fomentar grande parte deste processo: como se as fragilidades das pessoas fossem exponenciadas e, muitas vezes, motivo de controlo por parte de quem toma decisões.”

 O Assédio Moral Em Contexto Laboral

de Luís Gonçalves

October 24

Alimente-se dos Nutrientes Essenciais: As Necessidades Psicológicas

EDIÇÃO Nº26 | AGOSTO - SETEMBRO | 2015

BREVE EXCERTO

”Todos os dias, a  cada   momento, existem, em nosso redor, sinais de condicionamentos externos ao nosso comportamento, pensamento e sentimento. Ouvimos na televisão o que devemos fazer, lemos dos jornais e revistas o que não podemos fazer, dizem-nos o que esperam de nós e, ainda, como devemos agir nesta ou naquela situação.

No entanto, a verdade, é que apesar destes condicionalismos serem muitos, vivemos sem pensar muito neles. Mas, o que é certo é que eles existem. E cada vez mais. O nosso horário é cada vez mais estruturado, a exigência diária de nós próprios é cada vez maior e damos por nós a viver sem pensar na nossa vivência.

É neste momento que os nossos nutrientes essenciais - as nossas neces- sidades psicológicas - nos começam a dar sinais da sua satisfação, ou não, acerca da forma como estamos.

Dispensei 5 minutos hoje para dar atenção aos meus sentimentos?

Validei a minha competência no emprego?

Formulei objectivos concretos para o meu dia?

Fui carinhoso com as pessoas de quem gosto e que gostam de mim?

Usufruí do meu tempo livre?”

Alimente-se dos Nutrientes Essenciais: As Necessidades Psicológicas

de Tiago A.G. Fonseca

October 24

Porque É Que A Economia Comportamental É Tão Revolucionária?

EDIÇÃO Nº25 | JUNHO - JULHO | 2015

BREVE EXCERTO

“Imagina que um rapaz que sofre de amnesia severa tem duas tostadeiras na cozinha. A tostadeira do lado direito funciona normalmente. A tostadeira do lado esquerdo dá um choque electrico sempre que é utilizada. O suspiro e a retração rápida da mão do rapaz indicam que o choque é doloroso. No entanto, uma vez que o rapaz não se recorda da experiência, não consegue antecipar o choque na manhã seguinte, e por consequência, mantém-se permanentemente indiferente entre as duas tostadeiras. Embora a utilidade de decisão que o rapaz obtém das duas tostadeiras seja a mesma, caso contrário ele não estaria indiferente entre elas; as utilidades experienciadas são bastante diferentes para cada uma delas; algo que ele só se apercebe quando as utiliza.

Discrepâncias sistemáticas entre utilidade de decisão e utilidade experienciada, tal como a investigação na área da teoria da decisão comportamental tem vindo a demonstrar, não se restringem a casos patológicos. Podem também ser observadas em decisores com funções cognitivas normais. Estas discrepâncias questionam a ideia de que as escolhas observadas são medidas directas de utilidade, e está a re-volucionar a forma como olhamos para a sociedade e para as políticas públicas.  “

 Porque É Que A Economia Comportamental É Tão Revolucionária? ...e o que é que pode significar para o nosso futuro...

de Diogo Gonçalves

October 24

A Doença Mental é Uma Construção Clandestina...

EDIÇÃO Nº25 | JUNHO - JULHO | 2015

BREVE EXCERTO

”Não seriam mais que duas ou três barracas feitas de retalhos de madeira, uns quantos tijolos e chapas de zinco, ocultas num pinhal, poucos lhe deram importância eram coisa de pouca monta longe dos nossos olhares embora fossem do conhecimento de todos nós. Por ventura julgaríamos que não seriam reais e sim fruto da nossa imaginação, como era possível que ali, ali mesmo num pinhal denso com árvores de grande porte surgissem pequenas barracas! Talvez ficassem por ali. Que mal faria se ali continuassem? Eram apenas três! Talvez as demolissem antes de se tornarem definitivas. Mas não. Foi mais fácil deixá-las ao seu destino ignorar a sua existência, ocultas que estavam, e assim foi, a cada dia que passava surgia uma outra por vezes muito semelhante às já existentes o que dificultava a sua sinalização, contudo era no seu interior que mais se diferenciavam.”

 A Doença Mental é Uma Construção Clandestina...

de Luís Formas

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